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  • 18.3.08
    House

    Sem menosprezo pela admirável encarnação que Hugh Laurie faz da personagem, o que torna House irresistível é a sua liberdade. A liberdade mais aliciante: a que não é de todos.
    As regras que desrespeita, achamos bem que as há: da hierarquia no trabalho, dos procedimentos administrativos, as elementares do convívio humano. Ele, quando quer, viola-as. E continua impune, odiado mas admirado.
    Todos gostaríamos de ser House.

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